6 de dezembro de 2015



Não me preocupo com os anos idos, mas com os partidos. Aqueles em que deixei de percorrer meus sonhos, e até mesmo meus devaneios. Aqueles em que me perdi de mim... Os anos partidos, em que metade foi realizado, mas o resto se perdeu. Esses me preocupam... Esses me pesam às vezes. Porque não quero ser algo sem ser de fato. Não quero ser apenas metade de mim. Quero me ver inteira, acabada... Mesmo sabendo que sou um projeto constante, em transformação, em adequação. Anos partidos parecem tempo perdido. Tempo gasto inutilmente. Tempo que se foi. 

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