30 de dezembro de 2010

Alguém me disse que aqui há uma infinidade de coisas.... acredito que minhas palavras se transmutam.
Mas tens razão. Não precisa muito para ser muito. O pouco surpreende.
Há quem não as entenda... minhas palavras não pedem ouvintes... na verdade, apenas pedem desesperadamente para sair. Sequer sabem para onde vão. Teimosas e indisciplinadas as vezes falam mais do que deviam. Ou tentam ser mais do que são. Noutras vezes tão apagadas que nem sabem pra que servirão... não importa, elas existem, e as vezes são minha extensão.

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