Quando penso em escrever, tantas palavras me enchem, que
parecem seguir um curso além do possível de vivenciar. Tanto movimento, que
quase parece um desalinho, e se perdem num tentar.
A mente, ultimamente, tem seguido linhas próprias, que não
são possíveis identificar. Noutras, parecem tão exatas que aparentam não estar
em estado natural.
Um pesar. Mas um pesar que traz a vida, como o outono, que no
silencio faz as arvores perderem suas folhas, a fim de estarem preparadas para
renascer. O silêncio que carrega a tensão e que com ela faz germinar,
explodindo uma nova vida quando o sol não teme se mostrar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário