8 de janeiro de 2016
Não me importam as respostas, pois não faço as perguntas. Elas não me importam. Elas não me preencherão.
A realidade é mais dilacerante. Ou mais vasta aqui dentro. E, de fato, o mais importante.
Impiedosamente, não se pode contruí-la a seu desejo. Por isso ela tortura.
Quando se pode sentir apenas um pouco do real se transformando, é, talvez, a mais doce emoção.
Então, nenhum destino é posto a mesa. É tudo uma questão...
7 de janeiro de 2016
Distância grande que percorre meus caminhos ultimamente. Não te encontro. Não me vejo em seus traços.
Ando tentando rimar as palavras, mas não encontro ressonância. A sensação que havia antes, do desconhecido que se fazia conhecido, desapareceu. Voltou aos velhos tempos, onde o fio se perdia pelo universo.
Sinto como se um pedaço estivesse me pedindo pra voltar. Sinto como se faltasse algo.
Ando tentando rimar as palavras, mas não encontro ressonância. A sensação que havia antes, do desconhecido que se fazia conhecido, desapareceu. Voltou aos velhos tempos, onde o fio se perdia pelo universo.
Sinto como se um pedaço estivesse me pedindo pra voltar. Sinto como se faltasse algo.
Assinar:
Comentários (Atom)

