6 de dezembro de 2015

O encontro de si mesmo pode ser tortuoso. Escuro e frio. Mas há um calor que entorpece, interno, e que me impele a algo que desconheço. O encontro de mim mesmo pode ser aterrorizador, mas é tão necessário, como ar, como luz... Não há como se afastar disso, é uma necessidade incessante, perturbadora e imediata. Mas que não acontece momentaneamente, e nem com hora exata. Vem... Ou vamos até. Mas uma hora chega. E quando se chega ali, nosso universo interior se expande mais, e há uma necessidade maior, de um eu maior. Somos seres insubstanciaveis. 

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