19 de janeiro de 2011

Pequenos instantes acendem grandes luzes. Basta uma palavra, um decreto, um pedido, um ponto final virando reticencias para uma frase virar texto. E o contexto mesmo não tendo rima, pode rimar vontade.
Texto breve, texto fino, decreto de abundancia extasiante. Momentos de lucidez. Temporalização das falas. Falas em desajustes. E há quem prefira esse portugues correto. Nessa hora, prefiro o charme por tras das palavras, sintese da vontade que da mais vontade quando não dita abertamente. Não acenda a luz! permita o instante gravar as palavras meio no titubear da chama. E que dure o tempo do combustivel a se queimar, até que o que arde se queime, até que o improvavel se desfaça. E na certeza do depois, esse momento permaneça no instante da chama que se foi.

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