3 de janeiro de 2011

E foi de surpresa que ela se arremessou. Não esperava nada. Foi de repente que saiu. Foi de surpresa atingida por suas próprias palavras. E esperou a reação. Ela não tinha outra opção.
Mas o momento não era de inspiração. O vento estava muito forte, bagunçando suas ideias que já estavam em certo desalinho. Ficou em duvida do que dizer.
Ela queria apagar a cena, apagar palavras. Mas elas não lhe pertenciam mais, palavras não voltam atras.
E que surpresa ela teve, quando a palavra não entrou em desencanto. De repente, tudo saiu a caminho da paz.
E foi num jogo de palavras, que a palavra ficou na espera. Sem saber pra que lado caminhou, ou se arremessou (acendam a luz por favor!).
E o momento não terminou... tudo se adiou. A falta das palavras se adiantou. A resposta se envergonhou.
Melhor esperar amanhã.

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